sexta-feira, 10 de julho de 2009

Deus!

Por mais que protestem com Ele, por mais que O injuriem, por mais que O escorracem das nossas vidas, DEUS não sairá do meio da Humanidade por Ele criada, à Sua imagem e semelhança. DEUS é a verdadeira razão de ser da Humanidade. Ainda que na terra exista um último reduto de vida humana, haverá um Cristão a manter a verdade da Fé. Sem Fé somos pó que se desvanece ao soprar do vento.

Gritem à vontade que Deus não existe, pois eu gritarei para sempre que DEUS É!!!!

sábado, 4 de julho de 2009

Pela Restauração de Portugal!

Depois de um ano se escrever nada decidi fazer uma reflexão política, que poderá esclarecer a minha ideologia monárquica, que muitos estranham.

Nos tempos que correm, a temática da crise mundial que se tem feito sentir de forma generalizada deambula em qualquer conversa quotidiana. Logo, surge na mente mais humilde a ideia de uma incompetência governamental na lapidação da mesma crise, que oprime sobretudo os mais pobres.
Assim, na minha humilde e singela opinião de cidadão nacional, apaixonado pela nossa nobre pátria - PORTUGAL, a solução passaria por uma nova forma de regime. Neste sentido seria uma mais valia a restauração da MONARQUIA CONSTITUCIONAL. Note-se que, como Católico convicto que sou, defendo a submissão total da Pessoa Humana a Deus. Nada obsta portanto que o representante da nação seja admitido por sucessão hereditária, ao contrário do que acontece hoje em dia, em que é eleito por sufrágio universal. Além do mais, todo o poder legislativo continuaria nas mãos do governo, que seria eleito pelo povo português. Refira-se ainda o importante poder das Cortes - orgão legislativo - que outrora tiveram um papel primordial no governo da nação: era este o organismo que legitimava o poder do monarca, isto é, um sucessor á Coroa Portuguesa só seria rei caso as Cortes o aclamassem.

5 razões a favor da Monarquia Constitucional:
1 - Estabilidade política motivada pelo cargo vitalício, concedido ao poder executivo.
2 - A existência de uma família real, que poderia ser um padrão a seguir pelas famílias portuguesas.
3 - A transmissão ao povo, por parte do monarca, de uma série de valores mais morais e mais éticos.
4 - A criação de uma forma de governo mais clerical, onde a religião constitui uma fonte importante dos valores atrás referidos, respeitando todas as minorias religiosas e culturais.
5 - O poder de dissolução do governo estaria no chefe executivo da nação, isto é, no Rei, que por ser como que apartidário poderia fazê-lo sem qualquer sentimento de culpa.

Muitas mais razões poderiam ser apontadas, podendo ainda ser desenvolvidas as apresentadas. No entanto o que interessa referir é que a Monarquia Constitucional não é uma ditadura, como muitos erradamente pensam, mas é uma forma de governo democrática, defensora da vida e apologista de uma nação voltada para o progresso, mas um progresso sustentável para bem do Povo português e de toda a Humanidade.

VIVA A MONARQUIA!
VIVA O REI!
VIVA PORTUGAL!