sábado, 5 de janeiro de 2008

Levanta-te Portugal!

Some-se ao correr do tempo
A força que em ti existira.
Nunca foste filho do vento,
Nem filho da mentira.

Aos quatro ventos, sem regras,
Teus feitos nobres apregoavas.
Hoje restam somente pedras
Onde tu te sustentavas.

Estás do lado imoral,
Valha-te um justo juíz!
Julgará quem te fez mal,

Serás sempre o meu país,
Não fiques mais infeliz,
Levanta-te Portugal!